Templo do Som

Bem Vindos ao Mundo da Música

Archive for julho \31\UTC 2006

Jet – Are You Gone Be My Girl [Vídeo]

Posted by Paulo Grossi em julho 31, 2006

Bem, esse é o clipe da música Are You Gone Be My Girl, a 2º faixa do album Get Born de 2003, album relançado em 2005 como disco duplo sendo que o disco 2 desse album, é uma compilação de músicas gravadas ao Vivo, algumas demo e outras em versão acústica.

A música segue a filosofia beatlemaníaca, onde os elementos musicais se convertem numa fusão de ritmos e sonoridades fortes, com uma batida envolvente e marcada por riffs de guitarra precisos uma bateria nervosa e um vocalista inspirado, não foi a toa que essa música foi escolhida por eles como sendo sua música de trabalho.

Esta mesma música começou a circular nas rádios do mundo inteiro, já no primeiro single da banda, o que ajudou a banda a divulgar seu nome no exterior. No Brasil a música só começou a bombar mesmo lá em meados de 2003 quando começou a entrar na playlist das FM’s tupiniquins, e daí para as mais pedidas foi um pulo.

Repare como a influência do beatles está presente não só na música mas também no vestuário da banda. Nesse clipe estão todos vestidos com um estilo de farda militar, que nos remete um pouco ao album Sg’t Peppers Loney Hearts Club Band, disco esse mais psicodélico dos Beatles, por falar em psicodelia repare que há uma mulher que aparece do nada no clipe.

Bom é isso espero que gostem e comentem.

Abraços

Paulo Grossi [PG]

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Jet: Mais Uma da Austrália!

Posted by Paulo Grossi em julho 30, 2006

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“E um desperdício sempre olhar pra trás/ Você deveria sempre olhar para frente”
Jet ‘Move On’“Todo mundo fala de rock hoje em dia” disse Keith Richards em 1996. “O problema é que eles esqueceram do Roll.” Como esse guitarrista sexagenário de longa vida deve amar o Jet. Como o seu album de estréia ‘Get Born’ comprova esse quarteto de Melbourne (Nic Cester guitarra/vocais). Chris Cester (bateria/vocais), Cameron Muncey (guitarra/vocais), Mark Wilson (baixo) se mantêm firme na raiz primitiva e direta do rock. Como todas as boas bandas eles têm suas influências voltadas para a gênese do rock.“Eu acho que a gente sempre esteve interessado em traçar as raízes dessa música” explica Chris.”Nós queremos olhar além dos anos sessenta e setenta e encontrar o local de onde essa música se origina. E por isso que nós fazemos cover do Elvis em nossos shows. E uma busca natural para nós”.

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Em catorze faixas, o disco passa longe do tradicional Rock australiano. Soando totalmente inglês, os integrantes da banda buscaram referências de artistas contemporâneos ingleses como Oasis” e, principalmente, dos artistas da velha guarda como “The Who”, “Beatles”, “Stones” e até “Pink Floyd”. “Entretanto isso é o que acontece se o primeiro álbum que você sempre ouviu era Abbey Road” como afirma Chris.

Após surpreenderem no Rock in Rio Lisboa, a banda ganhou forças nas rádios do Brasil e do mundo inteiro, com o single “Are you gonna bem my girl“. A música é bem agitada e gritada, uma espécie de misto Who/Stones, o que a torna extremamente excitante. Essa parece ser a fórmula principal usada na confecção do disco, outros momentos como esses seguem em músicas como “Cold Hard Bitch” e “Get Watch You Need“, Rocks bem agitados que aumentam a potência da rock “Take It or Leave It“, uma espécie de “acid-Stones”.

Outras duas grandes surpresas do álbum estão nas faixas “Last Chance“, que abre o disco em grande estilo, preparando o ouvinte para o restante do álbum. “Roll Over DJ“, a terceira faixa disco, bem que poderia estar em qualquer disco do Oásis, trata-se de uma espécie de hino daqueles que o público canta o refrão junto com a banda.

Mas se o primeiro single, e a apresentação da banda no Rock In Rio Lisboa já haviam sido um sucesso, ao chegar às lojas o segundo single com a balada “Look What You’ve Done“, o grupo passou ao topo das paradas no mundo inteiros. A música é uma balada bem ao estilo “And I Love Her” dos Beatles, um piano acompanhando a música e voz lenta do vocalista faz a música lembrar os Beatles na fase melancólica de 68. O próprio vídeo-clipe tem essa atmosfera psicodélica.

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As baladas “Move On” e “Come Around Again” lembram incrivelmente a banda Pink Floyd, principalmente as baladas a lá Gilmour. Já “Radio Song” tem toda a fórmula das baladas britânicas atuais, leia-se, solos de guitarras longos, a voz doce do vocalista, e os “lá-lá-lá” no fim.

Em meio a essa profusão de influências, ainda dá tempo para a banda pensar em algo meio louco, meio psicodélico nas faixas finais do disco, que é justamente onde o álbum perde um pouco de sua força. Por esse motivo, acredito que as faixas “Lazy Gun”, a balada “Timothy” e o Rock “Sgt. Major” (Essa uma versão bônus lançada no Reino Unido), apesar de não comprometerem, dá a aparência de estarem sobrando no álbum.

Assim, de um modo geral, o álbum é excelente. E o melhor disso tudo, é saber que este é somente o álbum de estréia, e que podemos aguardar ainda muito mais do Jet, pois com certeza eles têm muita coisa ainda a nos oferecer.

Resenha: Paulo Grossi [PG]

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Wolfmother – Mind’s Eye [Vídeo]

Posted by Paulo Grossi em julho 30, 2006

Este é o video clipe da música Mind’s Eye que é a 5° faixa do disco de estréia dos caras, o albun Wolfmother de 2006.

A música começa com uma balada e vai se expandindo até atingir um climax de puro rock,
deixando perceber como a construção da música nos remete ao estilo anos 70 do rock onde a levada era mais cadenciada deixando espaço para uma musicalidade maior.

Reparem também no estilo visual do clipe, ele nos remete ao “show” do Pink Floyd Live at Pompei, só que aqui não temos um anfiteatro romano, mas sim um deserto, bem característico da geografia australiana.

Bem é isso ai espero que gostem!

Abraços

PG

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Wolfmother: A Banda Que Veio da Austrália

Posted by Paulo Grossi em julho 29, 2006

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Quem dizia que o hard rock morreu por não poder trazer mais nada de novo após os anos 80, está na hora de rever seus conceitos. O Wolfmother mostra que é possível fazer um som alternativo moderno, nos fazendo lembrar de bandas clássicas dos anos 70 como Black Sabbath e Led Zeppelin.

E falando em Black Sabbath, a voz do vocalista Andrew Stockdale lembra bastante a de Ozzy Osbourne, enquanto que o som nos remete a um White Stripes com muito mais influências setentistas. Curioso? Confira a música “Apple Tree”, que lembra bastante essas duas bandas, em uma só música!

As mudanças de batidas ao estilo hard rock clássico estão presentes em quase todas as faixas do álbum, nos fazendo esquecer um pouco as tendências atuais de fazer um som simples e garageiro. O Wolfmother, usando apenas guitarra, baixo e bateria (e poucos arranjos extras em algumas músicas), consegue variar até não poder mais… para então variar ainda mais!

As faixas “Where Eagles Have Been”, “Mind’s Eye” e “Tales” têm tantos altos e baixos, suavidade e peso, lentidão e agitação, que nos levam à pergunta: afinal, essas músicas são rocks ou baladas? Talvez seja melhor nem perder tempo pensando nisso, e assim se entregar de vez ao som.

Mas para os apreciadores de rock mais simples e garageiro, a banda traz as vibrantes “Woman”, “Joker & The Thief” e “Pyramid”, com suas batidas “blueseiras”, guitarras distorcidas e vocais “rasgados”.

E as concorrentes a melhor música do álbum são “Dimension”, “White Unicorn” (principal single do álbum até o momento) e “Love Train”, que estranhamente foi lançada nas versões americanas e inglesas do álbum, mas não na versão original australiana. E o ponto alto da referência ao som do Black Sabbath está na pesada e cadenciada “Colossal”, com direito a “trechinho acelerado” no maior estilo Led Zeppelin.

Nenhuma resenha poderá ser completa o suficiente para descrever os vários detalhes do álbum. Então fica a sugestão: ouça o álbum do Wolfmother o quanto antes, e testemunhe essa união perfeita entre rock alternativo, hard rock e sons psicodélicos. E acredite, a “indústria do hype” acertou em cheio com essa banda!

Resenha: Whiplash

Links para ouvir e baixar:
download

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O Rock Ainda Vive

Posted by Paulo Grossi em julho 29, 2006

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Algumas idéias

Na semana passada no dia 13/07 pra ser mais exato foi comemorado mais um Dia Internacional do Rock ‘N’ Roll, por isso me veio a cabeça uma idéia, porque não fazer um levantamento do Rock atualmente mais precisamente das bandas de Rock atuais. Pensando nisso resolvi bolar um guia baseado inicialmente em 10 bandas que andam se destacando internacionalmente e outras que nem tanto mas que valem a pena. claro que este guia não é definitivo e nem este o pretende ser, a minha idéia é simplesmente compartilhar com vc leitor do blog (será que existe alguém ai lendo isso?) as bandas que realmente valem a pena ouvir.

A partir desta semana estarei publicando uma a uma as bandas, os discos (se possível) e uma resenha sobre a banda e o disco em questão para que vc’s possam aproveitar ao máximo cada uma delas.

Abraços

PG

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Notas sobre o Rock and Roll

Posted by Paulo Grossi em julho 29, 2006

O início

Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos na década de 1950. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.

A rock na década de 1950 : O começo de tudo

É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley e sua dança proibitiva que mesclava o suingue dos bares negros com a alegria da juventude. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias (até hoje). Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.

O rock na década de 1960 : rebeldia e transgressão

Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.

A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.

No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema “paz e amor”, meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.

Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors, entre outras.

O rock nos Anos 70 : disco music, pop rock e punk rock

Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry, David Bowie, Bee Gees entre outros.

Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd, Genesis, Queen e Yes.

Anos 80 : um pouco de tudo no rock

A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.

Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.

Os sintetizadores invadem a praia do rock e surgem bandas como a-ha, Duran Duran entre outras.

Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson, Prince e Madonna.

O rock na década de 1990 : fusões e experimentações

Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.

Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.

O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.

O Rock no Brasil

O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.

Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.

Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Los Hermanos, Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.

Fonte: Sua Pesquisa

Revisão e ampliação: PG

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Posted by Paulo Grossi em julho 29, 2006

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